ASTRONOMIA

Silvia Rêgo: Embaixadora Planetária, Terapeuta Holística, Naturopata, Ufóloga  Astrônoma Técnica e Consultora Espiritual.

Estamos vivendo uma era de descobertas astronômicas fabulosas. Percebemos, a cada dia, o quanto ainda nos resta descobrir sobre o cosmos e o quanto as novas tecnologias têm nos ajudado nessa aventura do descobrimento, permitindo a abertura de novas janelas pelas quais podemos apreciar a beleza do Universo.

Mas, afinal, o que é o Universo?

Para os cientistas Universo é tudo que existe, todas as partículas elementares, assim como as partículas formadas por elas e os objetos que elas formam (até mesmo nós!), toda a energia existente, assim como o espaço-tempo no qual tudo isso está imerso e todos os fenômenos acontecem. Tudo, absolutamente tudo, está incluído na palavra Universo. Nada pode existir fora do Universo, ao lado dele, em cima, embaixo, ou em qualquer outra situação imaginável. A palavra Universo engloba tudo, sob todas as formas e em qualquer estado físico.
Em noites sem lua, em locais pouco iluminados por casas, ruas e edifícios, podemos ver uma infinidade de pequenos pontos luminosos no céu: são as estrelas. Ao observar o céu a olho nú, conseguimos ver uma parte mínima do que chamamos de Universo. Já na observação do céu feita com o auxílio de um telescópio, é possível perceber que o número de corpos celestes é muito maior e também pode-se ver detalhes das formas e da cor dos astros. A atmosfera da Terra, contudo, limita a atuação dos telescópios terrestres, por este motivo são utilizados telescópios espaciais, como o telescópio Hubble, para as pesquisas astronômicas mais sofisticadas. Além destes instrumentos para o estudo do Universo, os cientistas contam com equipamentos de informática para cálculos, tratamento de dados e imagens recebidas dos telescópios, simulações etc.


Big Bang


A teoria do Big Bang ("Grande Explosão") explica que o Universo surgiu a partir de uma explosão primordial, ocorrida a aproximadamente 13,7 bilhões de anos. Essa explosão ocorreu em função da grande concentração de massa e energia.
Os fundamentos desta teoria são baseados nos resultados de observações feitas por físicos e astrônomos, que demonstram que o Universo encontra-se em constante expansão.

Galáxias 
Uma galáxia é um grande aglomerado de bilhões de estrelas e outros objetos astronômicos (nebulosas de vários tipos, aglomerados de estrelas, etc.), unidos por forças gravitacionais e girando em torno de um centro de massa comum. As galáxias tem três tipos básicos: elípticas, espirais irregulares. As galáxias menores, conhecidas como anãs, têm taxonomia própria, ainda incerta




Corpos Celestes
Corpos celestes ou objetos astronômicos são genericamente todos os astros que se encontram no cosmo, podem ser matérias fluidas, artificiais, naturais, ou quaisquer objetos que se encontrem no espaço sideral, por exemplo: Planetas; Estrelas; Cometas; Planetoides; etc.



Estrelas

É um grande corpo celeste composto de gases quentes que emite radiação eletromagnética, em especial a luz, como resultado das reações que ocorrem em seu interior. Com exceção do Sol, as estrelas parecem estar fixas, mantendo a mesma forma no céu ano após ano. Na realidade, estão em movimento rápido, mas as distâncias são tão grandes que sua mudança relativa de posição só é percebida através dos séculos.




Constelações
Constelações são agrupamentos aparentes de estrelas os quais os astrônomos da antiguidade imaginaram formar figuras de pessoas, animais ou objetos. Numa noite escura, pode-se ver entre 1000 e 1500 estrelas, sendo que cada estrela pertence a alguma constelação. As constelações nos ajudam a separar o céu em porções menores, mas identificá-las é em geral muito difícil.


Nebulosas
As nebulosas são acumulações de massas de gases e poeira cósmica que existem em liberdade pelo espaço. Estão muito distantes da Terra e existem vários tipos. Algumas pertencentes a nossa galáxia - a Via-Láctea -, consistem em grandes aglomerados de gases e por isso receberam o nome de nebulosas galácticas ou gasosas. Outras mais afastadas são formadas por uma infinidade de corpos de diferentes tamanhos.
Há dois tipos de nebulosas: as difusas e as planetárias. As planetárias não são constituídas apenas por planetas, apesar do nome. Já as difusas são irregulares, de contorno indefinido e se espalham gradativamente além de serem brilhantes.


Novas e Supernovas
Supernova é o nome dado aos corpos celestes surgidos após as explosões de estrelas (estimativa) com mais de 10 massas solares, que produzem objetos extremamente brilhantes, os quais declinam até se tornarem invisíveis passadas algumas semanas ou meses. Em apenas alguns dias o seu brilho pode intensificar-se em 1 bilhão de vezes a partir de seu estado original tornando a estrela tão brilhante quanto uma galáxia , mas com o passar do tempo sua temperatura e brilho diminuem até chegarem a um grau inferior aos primeiros.


Buraco Negro
Quando um corpo não possui mais pressão suficiente para produzir uma força para fora que contrabalance o peso de suas camadas externas, o corpo colapsa matematicamente a um ponto! Este ponto é chamado de singularidade, onde a densidade tende ao infinito. (Uma "colherada" de tal matéria conteria a massa de centenas de sóis!). O campo gravitacional é tão forte que nem mesmo a luz é capaz de escapar e por isso tal corpo é chamado de Buraco Negro.


Sol
O Sol é a estrela mais próxima de nós, ele tem 332 959 vezes a massa da Terra. Ele está a 33.000 anos luz do centro galáctico. Todos os planetas do sistema solar giram ao seu redor e cada um com um período diferente. Ele é o responsável pelo suprimento de energia da maioria dos planetas. O ano do Sol é de aproximadamente 230 milhões de anos terrestres e sua velocidade orbital é de 250 km/s, sendo que todos os demais corpos do Sistema Solar o acompanham nessa viagem.


Lua
A Lua (do latim Luna) é o único satélite natural da Terra, situando-se a uma distância de cerca de 384.405 km do nosso planeta. A Lua é, proporcionalmente, o maior satélite natural do nosso Sistema Solar. Sua massa é tão significativa em relação à massa da Terra que o eixo de rotação do sistema Terra-Lua encontra-se muito longe do eixo central de rotação da Terra.

Não possui luz própria, reflete apenas a luz do Sol de modo diferente conforme a posição em que se encontra. Essa variação é conhecida como fases: nova, crescente, cheia e minguante.


Novo Sistema Solar
O Sistema Solar tem como elemento principal uma estrela anã e amarela com cerca de cinco bilhões de anos de idade - o Sol. Ao redor dela nós encontramos planetas, planetas anões, satélites, meteoróides, asteróides e cometas distribuídos numa extensa região de quase vinte bilhões de quilômetros. Da nuvem estelar que deu origem a nossa estrela e demais corpos há mais de cinco bilhões de anos, 99,9% de sua massa formou o Sol e o restante 0,1% pertence aos demais corpos do Sistema Solar. O estudo do Sistema Solar nos permitiu conhecer muito bem o nosso Sol e a exploração planetária trouxe à Humanidade uma nova visão desse conjunto pelo Estudo Comparativo entre Planetas, ou melhor dizendo: a Planetologia. Nosso planeta Terra ocupa uma situação muito especial por ter permitido a manutenção de formas de vida por períodos muito longos, situação essa que nós não encontramos nos demais planetas. Entender o Sistema Solar significa valorizar a Terra e como nós devemos nos comportar para permitir uma existência profícua dela.

Planetas
Planeta, como definido pela União Astronômica Internacional (IAU), é um corpo celeste orbitando uma estrela ou restos estelares que tem massa suficiente para haver rotação em torno de si (através da gravidade ) e, não tem massa suficiente para causar fusão termonuclear , tendo, ainda, limpado a vizinhança de sua órbita .


Mercúrio
O nome Mercúrio vem do mensageiro romano dos deuses. Está cheio de crateras e parece um pouco com a superfície da Lua.
Sabemos que nenhuma vida poderia sobreviver em Mercúrio, pois sua atmosfera é tão rarefeita que é difícil de ser detectada. A temperatura varia de quente borbulhante, durante o dia, a abaixo do congelamento, durante a noite. Mercúrio leva quase 88 dias terrestres para completar uma volta em torno do Sol. Para ter um ano tão curto é preciso viajar rápido (não é à-toa que é chamado o mensageiro dos deuses). No entanto, o planeta leva menos de 60 dias terrestres para completar uma volta em torno de si mesmo. Isto significa que dois anos em Mercúrio têm apenas três dias!



Vênus
O nome Vênus foi inspirado na deusa romana do amor e é o planeta mais quente do Sistema Solar.
É mais ou menos do mesmo tamanho da Terra, mas gira numa direção retrógrada (ao contrário) e tem uma atmosfera muito mais pesada; a sensação que se tem ao ficar parado na sua superfície seria como estar imóvel a 1 km abaixo do nível do solo na Terra!
Sua rotação é retrograda, (o Sol nasce a oeste e se põe no leste) e extremamente lenta: leva mais tempo para dar uma volta sobre seu eixo (243 dias) do que para completar uma volta em torno do Sol (225 dias). Então um dia em Venus é maior que um ano!



Terra
Como todos os planetas do sistema solar, a Terra também possui o nome de um deus mitológico. Na Antigüidade a Terra era chamada pelos gregos de Gaia, divindade que a representa.
A Terra, como todos os planetas do sistema solar, realiza dois movimentos:
Rotação: girando ao redor de seu próprio eixo gerando o dia e a noite.
Translação: é o movimento planetário ao redor do sol. Durante este período a Terra sofre inclinações em seu eixo, fazendo com que os dois hemisférios não permaneçam igualmente expostos à luz e o calor solar, gerando as estações do ano.

Estações do ano:
No dia 21 de março a inclinação da Terra permite que ambos os hemisférios recebam a mesma quantidade de luz solar. No hemisfério norte temos o inicio da primavera e no sul o outono.
No dia 21 de junho a Terra atinge seu ponto de maior inclinação, o hemisfério norte recebe mais diretamente a luz solar do que o hemisfério sul. Então temos no norte o verão e no sul o inverno.
Em 23 de setembro a Terra volta a receber a mesma quantia de luz solar nos dois hemisférios. Inicia-se no norte o outono e no sul a primavera.
Em 22 de dezembro a Terra atinge seu ponto de menor inclinação, o sul recebe mais diretamente os raios solares do que o hemisfério norte. Temos o inicio do inverno no norte e do verão no sul.



Marte
O nome do planeta Marte foi dado pelos romanos em homenagem ao deus da Guerra. Desde 1960, os Estados Unidos e a antiga União Soviética gastaram grandes quantidades de tempo e de dinheiro desenvolvendo tecnologia necessária para chegar a Marte primeiro.
A atmosfera de Marte é muito diferente da que ocorre na Terra, pois está formada principalmente de dióxido de carbono e pequenas quantidades de outros gases. Marte possui o maior vulcão do sistema solar, Olympus Mons, com 600 km de largura e três vezes mais alto que o Everest.
Ele possui antigos leitos de rios secos sendo realmente descoberto um lago congelado.
Marte era conhecido desde a Antigüidade, os egípcios o chamavam de: “Her Deschel” que significa “O vermelho” e os babilônicos de “Negral” significando “estrela da morte”.


Júpiter
O nome Júpiter vem do rei dos deuses romanos, e não sem razão, pois ele é o maior planeta do Sistema Solar. É 1.400 vezes maior do que a Terra, se fosse oco, dentro dele caberiam todos os outros palnetas. É formado quase totalmente por gases, com redemoinhos em constantes tormentas elétricas e furacões. Sua mais famosa tempestade, conhecida como a Grande Mancha Vermelha, já dura mais de 400 anos! O núcleo de Júpiter é extremamente magnético e tem a maior força gravitacional de todos os planetas, sugando asteroides, meteoros e cometas que passam pela sua frente. Com um pouco menos de dez horas de duração, o dia em Júpiter é o mais curto de todos os planetas.



Saturno
O nome Saturno vem do deus romano da agricultura e é, com freqüência, descrito como o objeto mais bonito no céu. Seus famosos anéis, formados por bilhões de partículas de rocha e gelo, podem ser vistos da Terra até mesmo com um pequeno telescópio.
É o sexto em linha a partir do Sol e o segundo maior planeta do Sistema Solar. Como Júpiter, Saturno está formado quase totalmente por gás e seu globo é achatado devido à sua rápida rotação.



Urano
Urano recebeu o nome de um deus grego, o deus dos céus. Não se sabia da sua existência até 1781, quando foi desenvolvido o telescópio.
Urano é uma bola gigante quatro vezes maior do que a Terra e é o sétimo em linha a partir do Sol. É o único planeta que gira de lado, o que significa que rola na sua órbita e tem dias e estações muito peculiares. Algumas vezes, é o pólo norte de Urano que aponta para o Sol, e outras, o pólo Sul.
Sua superfície é azul-pálida, principalmente devido ao alto conteúdo de metano dos seus gases. É um planeta altamente descaracterizado



Netuno
O nome Netuno vem do deus romano do mar. Sua lua principal, Triton, recebe este nome em homenagem à lança de três pontas que o deus carrega.
Netuno é visto, com freqüência, como o planeta gêmeo de Urano; eles possuem mais ou menos o mesmo tamanho, a mesma cor azul e são formados por gases semelhantes.
Os ventos mais velozes foram registrados em Netuno com 2.000 km/h.
Ele ainda não foi visto completar uma órbita desde que foi descoberto em 1846, pois demora 165 anos para realizar esta trajetória!


Planetas Anões
De acordo com as novas regras, um planeta deve satisfazer três critérios: ele deve orbitar o Sol, ele deve ser grande o suficiente para a gravidade moldá-lo dentro da forma de uma bola e sua vizinhança orbital deve estar livre de outros objetos. A partir de 24 de Agosto de 2006, Plutão deixa de ser classificado como planeta e passa a ser denominado como Planeta Anão.


Ceres
A partir de 2006, Ceres passou a ser um planeta anão e deixado de ser classificado como asteroide. Ceres é um planeta anão que se encontra no cinturão de asteroides, entre Marte e Júpiter. Ceres tem um diâmetro de cerca de 950 km e é o corpo mais maciço dessa região do sistema solar, contendo cerca de um terço do total da massa do cinturão.


Plutão

Até 2006, Plutão era considerado um planeta principal, mas a descoberta de vários corpos celestes de tamanho comparável, e a de Éris, um outro planeta anão, maior que Plutão, no cinturão de Kuiper, fez a União Astronômica Internacional (UAI) decidir considera-lo um planeta anão. Conhecido, durante muito tempo, desde a sua descoberta em 1930, como o menor, mais frio e distante planeta do Sol.




Éris (Planeta Anão e Plutóide)

Um planeta anão encontrado nos confins do sistema solar recebeu o nome de Éris, a deusa romana da discórdia, por ter sido o principal causador do rebaixamento de Plutão para planetaanão. Localiza-se numa região conhecida como disco disperso. È o maior planeta anão do sistema solar, ficou pouco tempo conhecido como o “décimo planeta” devido a ser maior do que Plutão
Sua translação dura 560 anos e encontra-se a 97 unidades astronômicas do Sol (uma unidade astronômica vale em média 50.000.000 km). Ele tem, um satélite, chamado Disnomia.




Corpos Menores do Sistema Solar
Entre todos os componentes do Sistema Solar, os meteoroides são, talvez, os mais interessantes sob diversos pontos de vista. No contexto da família do Sol, são os astros que exibem pequenas dimensões, porém, apresentam-se em número gigantesco. São também os únicos corpos celestes com que o homem pode ter contato direto, sem precisar abandonar a superfície do planeta. Normalmente na linguagem popular, meteoros e meteoritos são utilizados como sinônimos.

Meteoroide: é o corpo que vaga no espaço, antes de colidir com a atmosfera.

Meteoro: é o nome genérico dos fenômenos que ocorrem na atmosfera terrestre. Quando um meteoroide penetra na atmosfera da Terra, ele produz um meteoro luminoso, que também é chamado popularmente de ``estrela cadente''. Os meteoros são pequenos asteroides que se chocam com a Terra. Ao penetrar na atmosfera da Terra geram calor por atrito com a atmosfera, deixando um rastro brilhante facilmente visível a olho nu. Existem aproximadamente 200 asteroides com diâmetro maior de 1 km, que se aproximam da Terra, colidindo com uma taxa de aproximadamente 1 a cada 1 milhão de anos. 2 a 3 novos são descobertos por ano, e suas órbitas são muitas vezes instáveis.

Meteorito: é o meteoroide que consegue vencer a atmosfera da Terra e choca-se contra a sua superfície. É provável que o fenômeno da estrela cadente seja conhecido desde a pré-história, porém os registros sobre ele são bem mais recentes, como por exemplo, aqueles encontrados nos anais chineses e coreanos datados de 1760 a.C., aproximadamente, ou então nos papiros egípcios de 2000 a.C. Do estudo dos meteoritos se pode aprender muito sobre o tipo de material a partir do qual se formaram os planetas interiores, uma vez que são fragmentos primitivos do sistema solar.


Asteroide: é um corpo menor do sistema solar , geralmente da ordem de algumas centenas de quilômetros apenas. É também chamado de planetoide. O termo "asteroide" deriva do grego "áster", estrela, e "oide", sufixo que denota semelhança.
Já foram catalogados mais de três mil asteroides, sendo que diversos deles ainda não possuem dados orbitais calculados; provavelmente existem ainda milhares de outros asteroides a serem descobertos. Estima-se que mais de quatrocentos mil possuam diâmetro superior a um quilômetro.

Figura: Comparando os tamanhos dos asteróides com o planeta Marte. O núnero a frente do nome do asteróide indica a ordem de descoberta. Uma observação particular refere-se a Ceres que em agosto de 2006 ele passou a ser classificado como um planeta, planeta anão e planeta exterior.


Cometas: Os cometas são os objetos celestes que mais deram origem a temores e superstições no passado e hoje despertam enorme curiosidade. Podem ser periódicos, como o cometa Halley e outros, que percorrem uma órbita regular ao redor do Sol. E os não-periódicos que entram no sistema solar e voltam ao espaço interestelar.


A Cintura de Kuiper (Cinturão de Kuiper): é uma área do sistema solar que se estende desde a órbita de Neptuno (a 30 UA do Sol ) até 50 UA do Sol . Os objetos do cinturão de Kuiper são comumente chamados de KBO (Kuiper belt object).Sua existência foi sugerida por Gerard Kuiper (1905-1973) em 1951, na tentativa de explicar as anomalias encontradas pela Voyager 2 em sua passagem por este planeta.



Energia Escura
As lentes do telescópio espacial Hubble flagraram o comportamento da energia escura, um dos maiores enigmas cósmicos. Ao observar supernovas, que são explosões de estrelas, o telescópio registrou o efeito da aceleração da luz. A descoberta deve ajudar a explicar o que é a energia escura que cobre quase todo o cosmos, uma força que pode ser responsável pela contínua e acelerada expansão do Universo, também chamada de partícula Deus.
O principal ingrediente do Universo é a energia escura, que consiste na constante cosmológica, ou no campo quântico conhecido como quintessência. Os outros ingredientes são a matéria escura, composta por partículas exóticas elementares, a matéria convencional (a não luminosa e a visível) e uma pequena quantidade de radiação.


Quasar e Pulsar
Apesar de serem objetos de natureza bastante distintas, os quasares e pulsares têm em comum o fato de terem sido descobertos na mesma década e de pertencerem a astronomia moderna.
Os pulsares foram descobertos pelas emissões rápidas e periódicas de rádio que emitiam. Chegou-se a pensar que se tratava de vida extraterrestre !! de fato são estrelas de neutrons, rodando a velocidades extremas e com uma densidade de matéria inconcebível.
Os quasares são objetos mais exóticos ainda. Supõem-se que sejam núcleos de galáxias ativas, ou talvez tenham origem em gigantescos buracos negros... Fato é que imagina-se que estejam localizados a distâncias extremas no universo. Seu brilho supera, em muito, o de galáxias situadas a mesma distância.
Tivemos a oportunidade e o indescritível prazer de fazer a imagem de um dos mais distantes.


Satélite Artificial
Satélite artificial é um sistema de equipamento modular que fica na órbita da Terra ou de qualquer outro planeta, com velocidade e altitude constante. O termo satélite é utilizado como sinônimo para satélite artificial, de modo a diferenciar satélite natural, como a Lua, de satélite artificial.
Existem vários tipos de satélites para os diversos fins que vão desde o sistema de posicionamento global, conhecido como GPS, até satélites científicos, os quais são utilizados para pesquisas e realizações de experiências, como a observação da Terra, do espaço ou até mesmo experiências de microgravidade.
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